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BIOGRAFIA

 

Nome completo: Djavan Caetano Viana

Origem: Maceió, Alagoas

Nascimento: 27 de janeiro de 1949

País: Brasil

Gênero (s): MPB, pop, regional

Antes de ser conhecido mundialmente, Djavan se arriscou em outra “arte”. Pelas ruas da capital alagoana, o menino veloz de apenas 11 anos brincava com a bola e acabou no Clube Sportivo Alagoano, o CSA. O juiz apitou impedimento, e anulou o sonho do futuro artista – para o bem dos fãs. Graças as revistinhas de cifra de uma banca de jornal, o aspirante a craque da música se empenhou a aprender violão.  Em menos de três anos, já havia criado 60 canções. Sua habilidade com o instrumento o levou a animar a noite em festinhas e bares.

Aos 23 anos, ele alcançaria o seu primeiro feito. “Fato Consumado”, composta por ele, ficou em segundo lugar no Festival Abertura, realizado em 1975. Era o que faltava para o compositor pousar nos estúdios da Som Livre, no Rio de Janeiro, e preparar o seu primeiro LP, supervisionado e orientado pelo lendário produtor Aloysio de Oliveira. Em 1978, chegaria o segundo disco – e com arranjos de orquestra. Suas músicas começavam a ser gravadas por artistas de primeira linha, como Nana Caymmi, que colocou sua bela voz em “Dupla traição”. Já o Rei Roberto Carlos deu sua versão para “A ilha” e Gal Costa fez de “Açaí” um sucesso indiscutível. Naquele ano ainda viria “Meu Bem Querer”, que invadiu os lares brasileiros na novela Coração Alado, da Rede Globo.

Após Seduzir (1981) veio a Luz (1982). O álbum foi lançado em um momento crucial da carreira, produzido nos Estados Unidos. De quebra, Stevie Wonder daria um show com sua gaita em “Samurai”, do mesmo disco. A boa maré trouxe mais um prêmio: o de melhor compositor brasileiro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Na sequência, chegaria Lilás (1984). Também gravado em Los Angeles, o LP catapultou o artista para uma turnê que duraria dois anos por vários países da Europa e Estados Unidos. Enquanto isso,  no Brasil, o LP Lilás decolava com a faixa-título, que seria executada mais de 1.300 vezes pelas emissoras nacionais.

Em 1986, Djavan voltou ao Brasil, onde decide mergulhar nas raízes do samba, baião e outros sons nacionais. No ano seguinte, lançou Não é Azul, mas é Mar. Na sequência, lançaria Djavan (1989) e Oceano seria eleita um de seus maiores clássicos. Em seu primeiro trabalho da década de 1990, Coisa de Acender traria “Se”, com a famosa frase “Você insiste em zero a zero e eu quero um a um”. O aniversário de 20 anos de estrada em 1994 foi comemorado com o disco Novena, com o single Limão. O sucessor, Malásia (1996) trouxe Sorrir, gravada por Charles Chaplin (como Smile). Já em BichoSolto? (1998) Djavan mostraria seu lado dançante com diversos gêneros das pistas. Acompanhado pelo filho e guitarrista, Max Viana, veio mais um hit Eu te Devoro com a famosa frase “Te devoraria tal Caetano e Leonardo Di Caprio”...

A entrada no novo século veio com Milagreiro, gravado em seu estúdio particular. A faixa-título é um dueto com a saudosa Cássia Eller. Em 2003, Djavan apresentaria Vaidade e o hit “Se Acontecer”, uma das músicas da novela Senhora do Destino. Em Matizes (2007), o artista brilha nas faixas “Pedra”, “Desandou” e “Fera”. Rua dos Amores (2012), traz 13 inéditas, embalado pelo single “Já Não Somos Dois”. Abraçado pela crítica, o álbum motivou o artista a fazer Vidas Pra Contar (2015), que conquistou o público novamente com o hit retrô Não É um Bolero.

Antes de apresentar Vesúvio (2018) e sua bela coleção de inéditas, Djavan ainda lançaria Com Mais Ninguém para a trilha da novela Tempo de Amar.

Curiosidades: As incríveis músicas de Djavan são conhecidas pelas suas “cores”. Ex: “Lilás”. Ele retrata como poucos em suas composições a riqueza das cores do cotidiano, e utiliza metáforas em seus elementos. As músicas são bem amplas, como se fosse um “luxo para todos.” Alguns hits de sua carreira incluem: “Seduzir”, “Flor de Lis”, “Lilás”, “Pétala”, “Se…”, “Nem Um Dia”, “Eu te Devoro”, “Açaí”, “Segredo”, “A Ilha”, “Faltando um Pedaço”, “Oceano”, “Esquinas”, “Samurai”, “Boa Noite” e “Acelerou”.

 

 

 

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